Olá…
Chamo-me Catarina, mas tratam-me por raposa por causa da minha forma de ser (independente, fechada no meu mundo) e também pelo meu nariz :P
Tenho um outro blog, mas preciso de mudar de ares por isso resolvi criar este. Espero que não seja tão chato como o outro. :D
Uma pequena introdução poética :P
Jovem adolescente
Em busca de felicidade.
Sem pensar nas consequências,
Sem pensar nas dificuldades.
Ironia da vida que me faz
Crescer só depois das consequências
Acontecerem…
Como é possível a
Alegria presente em mim ser
Tão pouca?
Agora e depois
Reencontro a minha
Insegurança
Nas simples palavras que oiço
Ao decorrer do dia…
Loirinha e sincera
Independentemente da
Maneira como me vem
Algures por ai…
Momentos para mim são únicos
Aconteça o que acontecer,
Chego a ficar viciada nas lembranças
Hipnotizada pelas recordações,
Abro o meu coração
De uma forma inexplicável
Onde encontro as respostas que procurava…
Chamo-me Catarina, mas tratam-me por raposa por causa da minha forma de ser (independente, fechada no meu mundo) e também pelo meu nariz :P
Tenho um outro blog, mas preciso de mudar de ares por isso resolvi criar este. Espero que não seja tão chato como o outro. :D
Uma pequena introdução poética :P
Jovem adolescente
Em busca de felicidade.
Sem pensar nas consequências,
Sem pensar nas dificuldades.
Ironia da vida que me faz
Crescer só depois das consequências
Acontecerem…
Como é possível a
Alegria presente em mim ser
Tão pouca?
Agora e depois
Reencontro a minha
Insegurança
Nas simples palavras que oiço
Ao decorrer do dia…
Loirinha e sincera
Independentemente da
Maneira como me vem
Algures por ai…
Momentos para mim são únicos
Aconteça o que acontecer,
Chego a ficar viciada nas lembranças
Hipnotizada pelas recordações,
Abro o meu coração
De uma forma inexplicável
Onde encontro as respostas que procurava…
Depois desta triste tentativa poética falhada, aqui vai um dos meus poemas preferidos:
Nunca lhe confessara o amor ardente
Que ela em mim despertou, mal eu a vira;
Escondia-o no peito, avaramente,
Receando que alguém mo descobrira.
Guardava-o p’ra comigo unicamente…
Arrancar-mo? Ninguém o conseguira!
Dizer-lho a ela? Nem sequer á mente
Essa ideia, confesso, me acudira.
Mas certo dia, em seu olhar tão doce
Vi fulgir um clarão, o quer que fosse
Que me intrigou… Interroguei-a a medo,
E soube então, surpreso e alvoroçado,
Que os seus olhos haviam desvendado
O que eu na alma guardava: o meu segredo!
Delfim Guimarães (1872-1933)

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